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terça-feira, 5 de abril de 2011

A mensagem subliminar...

Agora temos uma serie de regras para seguirmos. Tretas, isso e aquilo, estes e aqueles, nenhum de nós sabe bem ao certo quais. O que é certo é que recebi estas pílulas para mandar tal como dizem por aí “goela abaixo e vais ver que até te vai saber bem” e agora não sei o que me fizeram?! Ninguém sabe ao certo.
               
(Começou a fazer efeito)
E não é que então me apercebi que afinal estás do meu lado!? De facto… que tona que eu sou. Agora entendo perfeitamente, estás aqui comigo… sou mesmo totó.

Depois do caminho que percorro através do deserto, com a mente vazia e adormecida, devo chegar lá. Basta deixar-me ir à deriva neste bote salva vidas, mesmo que esteja ressequida do sol, eu deixo-me estar assim, despreocupada… Simplesmente deixando-me ir sossegadinha.

(Até que se faça luz e…)
Eiii, tas aqui afinal? Nem tinha reparado, estava mesmo distraída! Ahhh! És meu, eu é que não estava a perceber, dahh!!

Lá no meu mundo da lua ando toda feliz. Diz-se que essa é a ilusão com que o amor nos deixa, mas ninguém sabe ao certo. Será amor o que me dás? Não sei ao certo.


Foi só uma curiosa tradução da letra da música que teve origem no post da Mia

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aiiiiii!

Tenho tanta coisa para escrever que nem sei por onde começar. Não consigo organizar os pensamentos para deitar cá para fora o que quer que seja. Acho que vou ficar tola!

Ok! Vou tentar simplificar e começar pelo mais fácil de dizer.


Este blogue deixou de “pertencer” a quem de direito (à razão que o fez nascer), para se tornar só MEU! O blogue fica!
Fica porque descobri que ter um blogue é do melhor =) principalmente para quem gosta de falar e que às vezes o que tem para dizer não pode ser dito. Às vezes falar com alguém enquanto se é interrompida com opiniões e comentários vira uma tarefa impossível no que diz respeito a explicar o que sentimos. Parece que nos vamos desviando daquilo que queremos dar a entender e acabamos por desistir (eu pelo menos, é que assim não vale a pena!). Eu gosto daqui porque às vezes também seria egoísta ocupar o tempo dos outros com monólogos e com os devaneios de palavras que vou tendo durante aquele processo de organização de ideias, por aqui só restam os resultados já corrigidos e bem apresentados de tudo o que me passa pela cabeça. Podia simplesmente pensar sobre o assunto como também é habitual fazer, mas às vezes acabo por me perder nos pensamentos e não os concluo. Por estas bandas eu sei que é fundamental ser coerente e fazer-me entender para o caso de vir aqui alguém ler isto, além de que o facto de estar a explicar de forma simplificada o que sinto também me ajuda a entender-me.

Poderia começar um novo blogue, ou apagar tudo o que está para trás, mas o que está aqui para trás existiu e fez todo o sentido na altura em que foi escrito, fez parte do processo para me tornar na pessoa que eu sou neste momento. Por isso, tudo o que está para trás também fica, da mesma forma que ficará tudo aquilo que surgir.


E pronto já chega!
Eu sei que não vim aqui dizer nada, mas eu queria muito dizer tudo :(



Eu vou conseguir, estou só a reformular na minha cabeça qual a vertente que vou expor (racional/emocional) sem misturar e sem me confundir e contradizer…

Correcção:

Descobri que afinal isto é um desejo ao qual eu gostava muito de me agarrar, só que desta vez, desmoronou-se!
Eu por vezes, como todas as pessoas, obrigo-me a acreditar em certas coisas porque “é assim que tem de ser, só pode!!!” é como se tudo o resto deixasse de fazer sentido se não fosse dessa forma. Está espalhado por todo o lado, todo o mundo fala, está escrito nos livros e nem sempre se aplica? Como é que é possível?
Não vou dizer agora que o jogo virou que afinal não é assim, se calhar até é só que não com tanta frequência como nós gostaríamos que fosse. Ou talvez, o meu caso não fosse tão real assim… se calhar era mais surreal, acho que é mais isso!


Eu achei que se me esforçasse ao extremo para fazer tudo certo, sem desistir, resultaria. Que se pusesse o meu orgulho de lado, me pusesse a mim “em segundo plano” em função de algo em conjunto e aplicasse toda a minha dedicação, carinho e atenção, que poderia conseguir. Mas tenho-vos a dizer que… isso é bom! É bom conseguir por isso em prática, mas é para provarem a vocês próprios que são capazes, para constatarem que afinal têm mesmo sentimentos e que nem sempre são assim tão egoístas, individualistas e insensíveis quando o amor bate à porta.
Mas… tenham consciência que nem sempre o sacrifício vai dar os frutos esperados e nem sempre o facto de conseguirem atingir as vossas próprias metas interiores irá fazer com que cheguem ao destino pretendido, ou que vos acompanhem até lá.


Acho que foi isso que eu fiz. Numa altura em que eu desesperava por não me sentir mais capaz de me abstrair da realidade/razão para voltar a conseguir amar alguém perdidamente, eu desejei voltar a ter uma nova oportunidade. Acho mesmo que em alguns desses momentos, eu impus a mim própria que se essa oportunidade surgisse, eu iria fazer por merecer e dar o meu melhor como nunca fiz na vida. Já não me lembro bem como era, mas sei que foram tempos difíceis, em que me sentia apática, oca e vazia por não sentir nada. Tenho ideia de ter preferido voltar a ter um desgosto de amor mas pelo menos ter podido amar, por mais fatídico que fosse. Imaginem um drogado que nem se importa de ter uma overdose desde que satisfaça o vício. Eu queria amar independentemente das consequências que isso trouxesse. Cuspi e caiu-me em cima!!… fui eu que pedi, agora tenho de me aguentar à bronca.


...

A que conclusão é que eu cheguei? Que muitas vezes não importa ter feito tudo certo e dado tudo, porque não vou receber tudo. Ou seja, às vezes não vale a pena tanta insistência porque não depende só do nosso esforço. Existe um mundo todo lá fora, repleto com outras prioridades que não só o nosso próprio umbigo e temos de aprender a aceitar isso.
Pelo menos tenho a minha consciência tranquila e a minha capacidade de amar com o “nome limpo” já que se portou lindamente. Desmistifiquei o meu medo de o problema ser meu, ser paranóica e anti-social. Afinal está tudo ok comigo, sou simplesmente exigente na escolha do “Tal”, o resto é piece of cake.

:) *

domingo, 20 de março de 2011

True!

“But at the end of the day, love really did conquer all” Lexi

sexta-feira, 18 de março de 2011

Descobri que…

Não consigo deixar de ser aquilo que eu sou. Não consigo deixar de sentir o que eu sinto. Não consigo contrariar-me, não tenho coragem… acho que é isso!

Vejo-me a pensar de forma diferente de toda a gente, a dar prioridades diferentes, valores diferentes… e não me enquadro no considerado normal/ aceitável.

Sinto medo às vezes, sinto-me meia perdida e nem me adianta perguntar a opinião de outras pessoas porque simplesmente não iriam atingir o centro da questão (olhá-la da mesma forma que eu). Também não adianta procurar nos livros de auto-ajuda porque vivem para nos contrariar, nos fazer socialmente aceites ou algo do género e não é que eu não seja sociável, mas às vezes fico farta de ouvir tantas tretas, tanto blá blá blá!

Às vezes é tão bom estar sozinha, sem ter de me fazer entender a alguém, sem precisar de agir de forma politicamente correcta. Tento procurar dentro de mim alguma coisa que ligue os meus desejos irracionais a motivos lógicos, a algo que faça sentido para mim, que eu entenda como certo e assim me auto convencer. De outra forma não conseguiria tomar decisões, sem ter realmente a certeza que conseguiria levar a minha decisão até ao fim, não iria conseguir tomá-la.

E até que novos dados cheguem até mim, fico assim… à espera que o tempo me traga aquilo que eu preciso.

terça-feira, 15 de março de 2011

One Day

Miranda Kerr





I belive that one day anyone will be able to tell just by the way I walk that I'm your girl...



http://domeupedestal.blogspot.com/2011/03/porque-sim.html

sábado, 12 de março de 2011

Heartbeats


Gostei tanto desta música que encontrei no blogue da marta e fez-me sentir tal nostalgia sobre tanta coisa que decidi publica-la aqui e fazer uma tradução à minha maneira.


 Uma noite para ser confusa, uma noite para acelerar a verdade. Nós tínhamos uma promessa feita. Quatro mãos e depois distância…
Ambos sob pressão, tivemos sensibilidade divina para saber o que dizer. A mente é como uma navalha…

Nem chamando pelo toque divino, ajoelhando-me, foi bom o suficiente, para mim não foi.

Uma noite de magia apressada, o início de um simples toque. Outra noite para empurrar e gritar e o alívio depois…
Dez dias de músicas perfeitas, de cores vermelha e azul. Nós tínhamos uma promessa feita, nós estávamos apaixonados.

Nem chamando pelo toque divino, ajoelhando-me, foi bom o suficiente, para mim não foi.
Nem chamando pelo toque divino, ajoelhando-me, foi bom o suficiente…

E Tu, Tu sabias da chegada da desgraça… E Tu, mantiveste-nos atentos e na defesa, partilhando diferentes batimentos de coração, naquela noite…

Nem chamando pelo toque divino, ajoelhando-me, foi bom o suficiente, para mim não foi.
Nem chamando pelo toque divino, ajoelhando-me, foi bom o suficiente…