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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Sou madrinha!

Já sou madrinha, a minha afilhada é uma fofura!

Chora que se farta até que peguem nela ao colo e andem com ela de um lado e para o outro e depois começa-se a rir lol, é uma moca! Parece que só chora para ter colo. Eu chego á conclusão que ela quer é a atenção toda para ela.

Não é por ser minha afilhada, mas ela é cada vez mais bonitinha, com aqueles olhos azuis e aquele narizinho pequenino no meio daquelas grandes bocheichas e aquele pelinho na cabeça quase loirinho... Humm! Apetece papar! Só lhe falta uma coisa. Não tem aquele cheirinho de bebé, porque parece que aqui na Suiça, não têm hábito de por cremezinho nos bebés, pozinho talco, nem nada dessas coisas cheirosas que lhes dão aquele cheirinho... mas pronto...

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Constatação de factos – a calmaria

Hoje falei com a Girassol por telefone e fiquei mais tranquila e confiante. Isto de ter uma psicóloga privada dá resultado!

Ela diz que mais cedo ou mais tarde o Babe virá falar comigo e pela lógica isso é realmente o mais óbvio que possa acontecer. Mas também, se o óbvio não se aplicar ao caso dele, eu também posso sempre sugerir, de forma cordial e pessoalmente (já se viu que pelo telemóvel nem vale a pena), que possamos ter uma conversa, no caso de eu achar que continuo a precisar de lhe dizer a minha opinião. A Girassol considera importante que eu lhe diga aquilo que penso, eu também considero sempre isso importante, mas no caso dele, esta conversa vai mexer bastante com o meu lado emocional e daí pode acontecer que não corra bem e eu fique ainda mais frustrada (como já é costume acontecer, quando quero falar com ele e acabo por não conseguir dizer nada daquilo que queria). Ela diz que então, quando essa conversa for acontecer, me dá um relaxante muscular para eu não me sensibilizar demais e me libertar da ansiedade para conseguir organizar as ideias na minha cabeça, de forma a conseguir expressa-las (lol, nunca precisei disso para ter uma conversa coerente e fundamentada, mas como o caso dele consegue fugir a todas as minhas “regras”normais…).

Claro que existe sempre a hipótese de ele se recusar a falar comigo e aí também me vai subir o orgulho à cartola! Mantenho a minha postura, mas também passa a ter o meu desprezo! Uma coisa é ter ideias fixas, outra bem diferente é ser inflexível e usar duas palas! Se se armar em trinca espinhas então também vai deixar de merecer o esforço. Se é insensível passa a ter a minha insensibilidade também.

Ou entretanto, até ele se decidir ou não a vir falar comigo, pode ser que eu perca a vontade de gastar palavras e então as coisas fiquem por ali (espero que não, não quero que a desilusão de abata sobre mim)… Se após isso ele ganhar vontade e a mim continuar a não me apetecer (não, não vou ignorá-lo como ele me fez), pelo menos entrego-lhe a carta para ele ler, já que na altura os meus pensamentos eram para uma despedida definitiva… ate se enquadra no contexto.

Até lá mantenho-me na minha. Amanha vai ser o último dia antes de ir à Suíça para visitar o meu irmão e a minha primeira sobrinha e futura afilhada (lindah!) e quando voltar já será a próxima terça-feira, já se terá passado uma semana e até lá muitos pensamentos me terão passado pela cabeça no meu “pseudó”retiro espiritual. Uma semana é o tempo que a Girassol acha que poderá ser necessário para ele colocar as ideias no lugar e que eu também lhe devo ceder esse espaço. Eu também estou de acordo que tenho de respeitar a decisão dele, apesar de não ser o que me dá mais vontade (o que eu queria mesmo é que ele me ligasse logo amanha de manhã – alias, agora demanha -.-‘ – e me dissesse que estava muito arrependido e cheio de saudades minhas) e de para mim não ter existido necessidade nenhuma disto tudo, enfim! Mas também o que é que eu vou fazer, andar de pau atrás dele? Cada um sabe de si e eu não sou ninguém para dizer o que cada pessoa deve ou não fazer. Se ele considerou que precisava que fosse assim, então que seja, cá estarei eu para me adaptar à situação com espontaneidade… I hope!

O que eu posso dizer é que depois desta conversa me enchi de esperança de que isto é só uma dificuldade e que logo, logo, terei bons motivos para escrever. Ai… Adoro o meu Babe!

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