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domingo, 28 de novembro de 2010

The real me is back! (happy!)

                Já estou em “forma” again!

                Motivos:

• vi o Babe;
• recebi sms’s bonitas do Babe;
• a Girassol convidou-me para ir às compras;
• já recebi (ordenado);
• comprei prendas de Natal;
• quase caí e ri-me bué à custa disso;
• a Piranha apareceu a rondar e eu ignorei-a totalmente;
• ouvi música alto astral no carro em volume 35 com direito a interpretação e tudo.
• o Sporting empatou (não que eu estivesse interessada em saber, mas já que me disseram fico contente).

Pois é, vi o Babe (só podia :P), cruzamo-nos em modus sociali (acompanhados), cumprimentamo-nos com dois beijinhos (tão lindo! Só m apetecia saltar-lhe para o colo, mas não podia, estava de mini-saia xD) fiquei ali, feita barata tonta com um sorriso idiota, até a Girassol me dizer “vamos?!” e eu acordar para a vida e seguir caminho =D. Também recebi assim uma mensagem dele com coisas bonitas escritas, com interesse em saber do meu quotidiano para o dia seguinte e com informações sobre o dele também (tantooooo! Ora essa, nem era preciso!) só porque lhe mandei uma mensagem antes de entrar a trabalhar a dizer “*” =D… Estou muito feliz! Já nem pedia mais nada, mas quando fiz intervalo fiz a tentativa e ainda trocamos mais umas 3 ou 4 sms’s… Deveras impressionante!
As minhas novas caneleiras cor-de-rosa da H&M

A Girassol convidou-me para ir com ela às compras e eu gosto de receber convites das minhas amigas para estas coisas e como já tinha recebido o ordenado, com direito a subsidio e tudo, senti-me à vontade para gastar mais uns trocos. Como não encontrei nada para mim que gostasse assim muito, (além de umas caneleiras cor-de-rosa da H&M), comprei coisas de homem, para oferecer (adivinhem para quem!). Pois claro que comprei para o Babe um casaco da adidas, daqueles comuns que eles costumam ter, com carapuço e tal. Espero que ele goste, escolhi vermelho com as riscas brancas por ele ser benfiquista (ainda tenho de ponderar se ele merece receber uma prenda de natal, ou não). Comprei também um casaco para o meu irmão da Zara que eu adoro porque é forrado a pelinho. Já lhe mandei a foto para ele ver se gostava, é que só lhe vou poder dar em Janeiro e depois não há trocas.
O casaco que comprei para o Babe
O casaco que comprei para o meu irmão
Ahh! Consegui superar as minhas expectativas e fazer uma figura ridícula numa loja, que até agora ainda não percebi como fui capaz daquilo (de mini-saia), foi mais ou menos tipo isto http://www.youtube.com/watch?v=lBT4-EXqddo&feature=related mas na vertical, para cima e para baixo a andar para trás, mas sem cair, mas também sem me conseguir por direita… olhem, nem sei explicar, perguntem à Girassol, que talvez ela consiga descrever sem se rir (muito). Deumelivre! Um buraco por favor!

A Kitty disse-me hoje “parece que a tua amiga esteve aqui!” e eu “quem? A Piranha”, ela “yahh, qualquer dia vou-me descair e dizer-te quem ela é…” e eu “ nem penses!”. Pois é, parece que a Piranha voltou a aparecer lá no trabalho e voltou a ser ignorada (bem feita). Essa gaja foi uma das que andou com o Babe antes de ele “andar comigo” e também trabalha por lá. Foi ele que me falou dela e sinceramente não sei como é que ele conseguiu andar com alguém tão “triste”. Quando nós começamos a andar, ela ainda insistia em faladrar para ele e sinceramente, é com base nas várias atitudes infelizes que ela foi tendo nessa altura, que eu a passei a considerar desprezível.
Todas as minhas amigas que trabalham comigo sabem quem ela é, menos eu, que sou uma cabeça no ar e nunca reparo em ninguém. E pelo que me consta ela passa a vida a ir ao meu local de trabalho (que é um lugar público) sei lá bem fazer o quê, mas como eu não reconheço, para mim nem diferença faz. Se calhar já olhei para ela milhares de vezes e continuei com o meu ar indiferente. Ela claro que deve achar que eu sei quem ela é por isso vai para lá pavonear-se para ver se me irrita – coisas de gaja (mas não todas). Eu até fico contente por continuar sem a reconhecer e quero manter-me assim, na ignorância, fica mais fácil de lhe ser indiferente de uma forma convincente, já que é a mais pura verdade, ela passa-me completamente ao lado, é apenas mais uma que por ali passa.
A Girassol é que não apoia muito a ideia, diz que qualquer dia ela vai lá aparecer, e eu, na minha inocência, vou tentar ser prestável, e ela vai-se passar a achar que eu tenho uma grande lata, e ainda vou levar uns tabefes lol. Era hilariante, sem dúvida xD. Até nem me importava de apanhar, só para que ela se apercebe-se que tinha andado este tempo todo a fazer figuras ridículas, sem que eu sequer soubesse da sua existência ;).

Estou a pensar amanha de manhã, acordar cedo e ir tomar o pequeno almoço com o Babe antes de ele ir trabalhar J, que acham?

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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Constatação de factos – a calmaria

Hoje falei com a Girassol por telefone e fiquei mais tranquila e confiante. Isto de ter uma psicóloga privada dá resultado!

Ela diz que mais cedo ou mais tarde o Babe virá falar comigo e pela lógica isso é realmente o mais óbvio que possa acontecer. Mas também, se o óbvio não se aplicar ao caso dele, eu também posso sempre sugerir, de forma cordial e pessoalmente (já se viu que pelo telemóvel nem vale a pena), que possamos ter uma conversa, no caso de eu achar que continuo a precisar de lhe dizer a minha opinião. A Girassol considera importante que eu lhe diga aquilo que penso, eu também considero sempre isso importante, mas no caso dele, esta conversa vai mexer bastante com o meu lado emocional e daí pode acontecer que não corra bem e eu fique ainda mais frustrada (como já é costume acontecer, quando quero falar com ele e acabo por não conseguir dizer nada daquilo que queria). Ela diz que então, quando essa conversa for acontecer, me dá um relaxante muscular para eu não me sensibilizar demais e me libertar da ansiedade para conseguir organizar as ideias na minha cabeça, de forma a conseguir expressa-las (lol, nunca precisei disso para ter uma conversa coerente e fundamentada, mas como o caso dele consegue fugir a todas as minhas “regras”normais…).

Claro que existe sempre a hipótese de ele se recusar a falar comigo e aí também me vai subir o orgulho à cartola! Mantenho a minha postura, mas também passa a ter o meu desprezo! Uma coisa é ter ideias fixas, outra bem diferente é ser inflexível e usar duas palas! Se se armar em trinca espinhas então também vai deixar de merecer o esforço. Se é insensível passa a ter a minha insensibilidade também.

Ou entretanto, até ele se decidir ou não a vir falar comigo, pode ser que eu perca a vontade de gastar palavras e então as coisas fiquem por ali (espero que não, não quero que a desilusão de abata sobre mim)… Se após isso ele ganhar vontade e a mim continuar a não me apetecer (não, não vou ignorá-lo como ele me fez), pelo menos entrego-lhe a carta para ele ler, já que na altura os meus pensamentos eram para uma despedida definitiva… ate se enquadra no contexto.

Até lá mantenho-me na minha. Amanha vai ser o último dia antes de ir à Suíça para visitar o meu irmão e a minha primeira sobrinha e futura afilhada (lindah!) e quando voltar já será a próxima terça-feira, já se terá passado uma semana e até lá muitos pensamentos me terão passado pela cabeça no meu “pseudó”retiro espiritual. Uma semana é o tempo que a Girassol acha que poderá ser necessário para ele colocar as ideias no lugar e que eu também lhe devo ceder esse espaço. Eu também estou de acordo que tenho de respeitar a decisão dele, apesar de não ser o que me dá mais vontade (o que eu queria mesmo é que ele me ligasse logo amanha de manhã – alias, agora demanha -.-‘ – e me dissesse que estava muito arrependido e cheio de saudades minhas) e de para mim não ter existido necessidade nenhuma disto tudo, enfim! Mas também o que é que eu vou fazer, andar de pau atrás dele? Cada um sabe de si e eu não sou ninguém para dizer o que cada pessoa deve ou não fazer. Se ele considerou que precisava que fosse assim, então que seja, cá estarei eu para me adaptar à situação com espontaneidade… I hope!

O que eu posso dizer é que depois desta conversa me enchi de esperança de que isto é só uma dificuldade e que logo, logo, terei bons motivos para escrever. Ai… Adoro o meu Babe!

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